Untitled Document
DaMatta Design DaMatta Design
 
Fórmula Truck 2010

Plageando a Angélica eu também “Vou de truck, estava morrendo de saudades”.

Cristiano da Matta irá disputar a temporada 2010 da Fórmula Truck pela equipe Iveco.

Após 3 anos sem acelerar, devido ao acidente que sofreu, o piloto Cristiano da Matta está ansioso para voltar às pistas e muito feliz de voltar numa categoria que esta fazendo o maior sucesso: "Estive muito tempo longe de corridas oficiais, e já está me dando aquele friozinho na barriga novamente, e isso é ótimo. Estava com saudades desta sensação que sempre fez parte da minha vida. A categoria Fórmula Truck é muito interessante e muito competitiva".

Entrevista de Cristiano da Matta, piloto da Scuderia Iveco, ao jornal “O Tempo” no dia 31/01/2010.

Como foi dirigir um caminhão da Fórmula Truck?

Estava muito ansioso para experimentar o caminhão e não sabia o que esperar. Porém, após o teste, percebi que aquele caminhão era um veículo de corrida. Cada carro de corrida é diferente do outro e todos exigem uma adaptação do piloto. Vou precisar me adaptar a esse novo equipamento também, mas os primeiros testes ja tiraram os pontos de interrogação da minha cabeça. O novo caminhão da Scuderia Iveco para 2010 está quase pronto e na corrida de Guaporé ja estaremos com ele. É cedo para qualquer previsão, mas tenho sonhos e uma vitória para a equipe este ano será bem-vinda.

Como aconteceu o convite por parte da Iveco?

Soube que a Iveco estava buscando um novo piloto e a Iveco soube de meu interesse. Sou mineiro e a Iveco tem fábrica em Minas, uma interesante coincidência. Marcamos um encontro em Brasília para conhecer a equipe e agendamos meu teste para o dia seguinte após a corrida. Dei 45 voltas no autódromo de Brasília (DF) e acho que mostrei meu pontencial, pelo fato de jamais ter pilotado um caminhão de corrida. Caso contrário o contrato não teria sido fechado. Estou muito feliz e volto a dizer, bastante ansioso.

Como acha que vai ser trabalhar com Beto Monteiro? Conheci o Beto um pouco antes da corrida em Brasília. Corremos juntos as 500 Milhas da Granja Viana, em São Paulo. É um cara muito bacana, aberto e fácil de lidar. Além disso, o ambiente na equipe é otimo. Por isso, minhas expectative são muito positivas.

Voce parece uma pessoa reservada, mas possui uma banda de musica. Como é Isso? Já se apresentou diante de muita gente? Só sou reserved quando não conheço muito a pessoa. Depois que crio intimidade, me solto. Minha banda se chama “Blue Balls”. Toco guitarra e já toquei em muitos bares em Minas. Mas, com a correria do dia-a-dia, paramos com os shows há um tempo, mas queremos retomar isso esse ano.

Voce que já correu de Fórmula 1 e na Fórmula Indy, como vê a fórmula Truck no Brasil?

Assistia as corridas pela televisão e dava para ver que era um era um evento grande. Mas de perto descobri que é gigantesco. Fiquei fascinado com a estrutura do evento, o tamanho do público e a competitividade entre equipes e os pilotos. Impressinou-me também a Estrutura da Iveco, em termos de equipe. E a área de hospitalit center é especial, não tem nada igual em nenhum dos campeonatos automobilísticos do Brasil.

Voce costuma dar sugestões de melhorias mecânicos a equipe? Fará isto na nova categoria?

Sempre. Isto é muito importante no trabalho do piloto. Precisa existir esse “feedback”. Até porque, a troca de informações entre pilotos, mecânicos e engenheiros só colabora para um melhor desempenho do veículo na pista.

Untitled Document